Uma mulher foi presa em flagrante na terça-feira (13), suspeita de agredir o próprio filho, de 8 anos, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil, a violência teria sido motivada pela irritação da mãe após a criança tirar uma fotografia dela enquanto dormia. O menino teria recebido socos no rosto, nas costas e em uma das pernas.

A denúncia chegou às autoridades depois que a mulher deixou a criança na casa da avó. Ao receber o neto, a familiar percebeu marcas de agressão e um sangramento na região do nariz. Diante da situação, ela procurou uma delegacia para relatar o ocorrido e pedir providências.

A partir da denúncia, os policiais realizaram diligências para localizar a suspeita. A mulher foi encontrada e presa em flagrante. De acordo com as informações divulgadas pela corporação, além da suspeita de maus-tratos, ela também teria desacatado os agentes durante a abordagem.

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Avó percebeu os ferimentos e denunciou o caso

O relato da avó foi fundamental para que o caso chegasse ao conhecimento da polícia. Segundo a investigação, os sinais de violência ficaram evidentes quando o menino chegou à residência da familiar, que percebeu os machucados no rosto e o sangramento no nariz.

A suspeita é de que as agressões tenham ocorrido depois que a criança fotografou a mãe enquanto ela dormia. A circunstância teria provocado a reação violenta da mulher, que, conforme a apuração policial, atingiu o filho em diferentes partes do corpo.

O caso chama a atenção pela gravidade da violência relatada e pela idade da vítima. Aos 8 anos, o menino dependia dos adultos responsáveis por seus cuidados, e as agressões denunciadas passaram a ser investigadas pelas autoridades competentes.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde da criança após a denúncia, nem sobre a necessidade de atendimento médico. Também não foram apresentados outros detalhes sobre as circunstâncias em que a fotografia foi feita.

Suspeita foi autuada por maus-tratos e desacato

Após a prisão, a mulher foi autuada por maus-tratos e desacato. Conforme a Polícia Civil, o segundo caso teria ocorrido no momento em que os agentes realizaram a prisão.

A suspeita não teve o nome divulgado. Por esse motivo, não foi possível localizar sua defesa para um posicionamento sobre as acusações.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Águas Lindas de Goiás, que deverá apurar as circunstâncias das agressões e reunir os elementos necessários para esclarecer o caso.

A prisão em flagrante não representa, por si só, uma condenação. A responsabilidade da investigada pelos fatos deverá ser analisada no decorrer dos procedimentos legais.