Um menino autista de 3 anos foi encontrado morto dentro de uma represa de uma fazenda onde morava com a família, em Mineiros, no sudoeste de Goiás. Jerônimo Neto Florêncio dos Santos desapareceu enquanto brincava no quintal da propriedade e foi localizado pelo próprio pai dentro da água, no último sábado (30).

De acordo com informações apuradas pela TV Anhanguera, a criança estava brincando na fazenda quando a mãe o chamou para lanchar. Como Jerônimo não respondeu ao chamado, o pai começou a procurar pelo menino pela propriedade.

A família contou que a criança costumava brincar em diferentes áreas da fazenda, entre elas o galinheiro e o chiqueiro. Durante as buscas, o pai ouviu os latidos do cachorro da família, que tinha o hábito de acompanhar o menino.

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O animal estava próximo a uma represa localizada a aproximadamente 100 metros da sede da fazenda. Ao chegar ao local, o pai encontrou Jerônimo dentro da água.

A criança foi retirada da represa, e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Quando os militares chegaram à propriedade, porém, o menino já estava sem vida.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a equipe constatou sinais compatíveis com a morte da criança. Em registro feito pelos militares, foi informado que a vítima já apresentava rigidez cadavérica, pupilas dilatadas e ausência de temperatura corporal.

O caso aconteceu na região de Salto Diamantino, zona rural de Mineiros. A dinâmica que levou a criança até a represa ainda será apurada pelas autoridades.

A Polícia Civil de Mineiros investiga o caso e solicitou a realização das perícias necessárias para esclarecer as circunstâncias da morte.

A represa fica relativamente próxima à sede da propriedade, a cerca de 100 metros. A investigação deverá avaliar as circunstâncias do desaparecimento da criança e como ela conseguiu chegar até o local.

A família ainda enfrenta o impacto da perda de Jerônimo. Segundo os relatos, o menino estava no ambiente da própria fazenda quando desapareceu e não foi localizado imediatamente após ser chamado para o lanche.

O cachorro da família acabou ajudando o pai a encontrar o menino. Ao ouvir os latidos, ele seguiu em direção à represa e encontrou o animal próximo à água, onde posteriormente localizou a criança.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações que indiquem crime ou apontem responsáveis pela morte. A investigação deverá esclarecer se houve algum fator específico relacionado ao acesso da criança à represa e às circunstâncias do afogamento.

A perícia também deverá contribuir para determinar as condições da morte e fornecer elementos para a investigação conduzida pela Polícia Civil.

O Corpo de Bombeiros reforça que ambientes rurais com represas, tanques, córregos e outros pontos de água exigem atenção constante, especialmente quando há crianças na propriedade.

O caso segue sob investigação em Mineiros.