A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24) mostra Daniel Vilela (MDB) com 42% das intenções de voto para o governo de Goiás. Marconi Perillo (PSDB) aparece com 19%, enquanto Wilder Morais (PL) registra 15%. O levantamento foi encomendado pela TV Anhanguera.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Luis Cesar Bueno (PT) aparece com 5% das intenções de voto. Luciana Amorim (UP) tem 2%, enquanto Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO) registra 1%.

Brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 6%. Outros 10% disseram estar indecisos.

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Em comparação com o levantamento anterior, divulgado em 27 de agosto, Daniel Vilela passou de 37% para 42%. Marconi Perillo oscilou de 20% para 19%, enquanto Wilder Morais passou de 12% para 15%. Luis Cesar Bueno foi de 4% para 5%.

A Quaest entrevistou 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números GO-01667/2026 e BR-03864/2026.

Pesquisa espontânea

No levantamento espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Daniel Vilela aparece com 26% das menções. Marconi Perillo tem 7%, Wilder Morais registra 4% e Luis Cesar Bueno aparece com 2%.

Luciana Amorim e Danilo Pinheiro Evangelista da Silva registraram 0%. Brancos, nulos e eleitores que afirmaram não votar somam 3%, enquanto 57% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar um nome.

Na pesquisa anterior, Daniel Vilela tinha 17% na modalidade espontânea, Marconi Perillo 4%, Wilder Morais 3% e Luis Cesar Bueno não havia registrado percentual. O grupo de indecisos era de 74%.

Intenção de voto e decisão dos eleitores

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se a escolha do candidato já é definitiva. Segundo o levantamento, 71% afirmaram que a decisão está definida. Outros 28% disseram que ainda podem mudar de voto até a eleição, marcada para 4 de outubro.

Cenários de segundo turno

A Quaest também apresentou duas simulações de segundo turno.

No cenário entre Daniel Vilela e Marconi Perillo, Daniel aparece com 53% das intenções de voto, enquanto Marconi registra 27%. Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum dos dois somam 9%, e 11% permanecem indecisos.

Em outra simulação, entre Daniel Vilela e Wilder Morais, Daniel aparece com 61% e Wilder com 14%. Brancos, nulos e nenhum dos candidatos somam 12%, enquanto 13% estão indecisos.

Os números dessas simulações são resultados da pesquisa realizada entre 20 e 23 de setembro e estão sujeitos à margem de erro de três pontos percentuais.

Saúde aparece como principal problema

A Quaest também perguntou aos entrevistados qual é o principal problema de Goiás. A saúde foi mencionada por 42% dos participantes.

Na sequência aparecem economia, com 11%; violência, com 9%; educação, com 6%; e infraestrutura, com 5%. Outros problemas foram citados por 15% dos entrevistados. Outros 3% disseram não identificar nenhum problema, enquanto 9% não souberam ou não responderam.

Rejeição dos candidatos

O levantamento ainda mediu o grau de conhecimento e rejeição dos candidatos. A pergunta considerou três possibilidades: o eleitor conhece e votaria no candidato, não conhece ou conhece e não votaria.

Daniel Vilela foi apontado como conhecido e votável por 57% dos entrevistados. Outros 20% disseram não conhecê-lo e 23% afirmaram conhecê-lo, mas não votariam nele.

Marconi Perillo teve 3% na categoria conhece e votaria, 11% disseram não conhecê-lo e 52% afirmaram conhecê-lo, mas não votariam nele.

Wilder Morais registrou 20% entre os que conhecem e votariam, 52% que não o conhecem e 28% que o conhecem, mas não votariam nele.

Luis Cesar Bueno teve 9% na categoria conhece e votaria, 70% disseram não conhecê-lo e 21% afirmaram conhecê-lo, mas não votariam nele.

Avaliação do governo

A pesquisa também avaliou a administração estadual. Segundo o levantamento, 68% dos entrevistados disseram aprovar o governo, enquanto 10% afirmaram desaprová-lo. Outros 22% não souberam ou não responderam.

Na avaliação da administração, 54% classificaram o governo como positivo. Outros 28% avaliaram como regular e 5% como negativo. O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam foi de 13%.

A pesquisa também perguntou se Ronaldo Caiado (PSD) merece eleger um sucessor. Ao todo, 74% responderam que sim, enquanto 15% disseram que não. Outros 11% não souberam ou não responderam.

Os dados fazem parte do levantamento estadual realizado pela Quaest no período de 20 a 23 de setembro e retratam as intenções e percepções dos 804 eleitores entrevistados naquele período.