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A nutricionista Mariana Percurssor sofreu queimaduras graves enquanto ajudava na faxina da casa da mãe, em Goiânia. O acidente aconteceu durante o processo de mudança e acendeu um alerta sobre riscos domésticos que muitas vezes são subestimados.
Segundo relato da própria nutricionista, o caso ocorreu na última terça-feira (21), enquanto ela queimava documentos e papéis antigos. Durante o procedimento, um dos sacos utilizados acabou estourando inesperadamente em meio ao fogo.
Ela descreveu o momento como repentino e intenso. Um forte estouro foi seguido por uma liberação de vapor quente que atingiu diretamente seu corpo. A maior parte das queimaduras ficou concentrada no lado esquerdo, afetando braço, mão, dedos, tronco, barriga e partes das pernas.
Nos primeiros registros divulgados após o acidente, Mariana aparece com o corpo enfaixado, evidenciando a gravidade das lesões. Ao todo, cerca de 33% do corpo foi atingido. Mesmo dias depois, ela ainda permanece internada e compartilha atualizações sobre seu estado de saúde nas redes sociais.
A nutricionista fez questão de destacar que não utilizou nenhum tipo de produto inflamável no processo. Segundo ela, os sacos continham apenas papéis, caixas e objetos pessoais simples, descartando a presença de itens como álcool, desodorantes ou perfumes.
Apesar disso, o acidente mostrou que materiais aparentemente inofensivos podem representar risco quando submetidos ao fogo, especialmente em ambientes improvisados e sem controle adequado.
Durante a recuperação, Mariana passou a relatar sintomas que, segundo ela, servem de alerta para outras pessoas que enfrentam situações semelhantes. Entre os principais sinais estão o cansaço extremo, mesmo com alimentação e hidratação adequadas, e episódios de confusão mental, que indicaram agravamento do quadro clínico.
Ela também destacou que, nas primeiras horas após o acidente, o estado geral pode parecer estável, mas tende a piorar após cerca de 72 horas. Nesse período, o corpo começa a reagir de forma mais intensa, com aumento do risco de infecções e rompimento de bolhas.
Outro ponto levantado foi a dificuldade de tratamento em casa. Mariana relatou que a ausência de medicação adequada, como antibióticos e cremes específicos, contribuiu para a necessidade de internação hospitalar.
Diante da experiência, ela reforça que queimaduras extensas não devem ser tratadas apenas com cuidados domésticos. A busca por atendimento médico especializado, segundo ela, é fundamental para o controle da dor, prevenção de complicações e recuperação segura.
O caso repercute como um alerta importante sobre acidentes domésticos, especialmente aqueles envolvendo fogo e descarte de materiais. Situações aparentemente simples podem rapidamente se transformar em ocorrências graves, exigindo atenção redobrada e medidas de segurança.
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