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Uma pesquisa divulgada pelo instituto Genial/Quaest aponta empate técnico em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026 entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). No cenário testado pelo levantamento, ambos aparecem com 41% das intenções de voto.
O estudo, divulgado na quarta-feira (11), avaliou diferentes cenários para a disputa presidencial, incluindo simulações de primeiro turno e confrontos diretos no segundo turno entre o atual presidente e possíveis candidatos da oposição.
Em uma das projeções analisadas, Lula aparece liderando quando o adversário é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Nesse cenário, o presidente registra cerca de 42% das intenções de voto, enquanto Caiado soma aproximadamente 32%. O restante do eleitorado se divide entre indecisos, votos brancos ou nulos.
No primeiro turno, o levantamento indica que Lula mantém a liderança em diferentes configurações da disputa. Dependendo do cenário apresentado aos entrevistados, o presidente aparece com índices que variam entre 36% e 39% das intenções de voto.
O senador Flávio Bolsonaro surge como principal adversário em parte das simulações, consolidando-se como um dos nomes mais competitivos no campo da oposição. A pesquisa sugere que, em um eventual segundo turno, o parlamentar poderia concentrar votos do eleitorado contrário ao atual governo, o que explicaria o empate observado na simulação direta contra Lula.
Já o governador goiano Ronaldo Caiado também foi incluído em cenários de primeiro turno. Nas simulações em que aparece como candidato, o desempenho do político no cenário nacional é mais modesto, ficando atrás dos principais nomes que lideram a corrida eleitoral.
Além de Caiado, o instituto também testou confrontos envolvendo outros governadores e lideranças da oposição. De forma geral, Lula aparece à frente nesses cenários, embora a vantagem varie dependendo de quem seja o adversário.
Segundo a Genial/Quaest, os dados indicam que o campo oposicionista ainda está fragmentado entre diferentes possíveis candidatos. Essa divisão tende a influenciar o desempenho de cada nome nas simulações de primeiro turno.
O levantamento ouviu eleitores em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.
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