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O Ministério da Educação (MEC) tornou público nesta quinta-feira, 29 de janeiro, o resultado do Sisu 2026, uma das principais portas de entrada para o ensino superior público no Brasil. Nesta edição, o sistema oferece 274,8 mil vagas distribuídas em 7.388 cursos de 136 instituições públicas de educação superior, o maior número registrado até agora segundo o próprio MEC.
Os candidatos interessados em verificar sua classificação devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior e fazer o login com a conta gov.br para consultar os resultados. A chamada regular foi divulgada no dia 29 de janeiro, e os estudantes podem conferir se foram selecionados nas instituições e cursos por meio dessa plataforma.
Uma das novidades desta edição é a ampliação do público que pode se inscrever no Sisu. Agora, podem concorrer aos cursos os candidatos que participaram de ao menos uma das três últimas edições do Enem — 2023, 2024 ou 2025 — desde que já tenham concluído o ensino médio. A mudança amplia a inclusão de participantes que podem usar notas anteriores para disputar uma vaga, o que altera a dinâmica tradicional do Sisu e cria novas oportunidades para quem já realizou o exame em anos anteriores.
O Sisu continua sendo um programa central para estudantes de todo o país que buscam acesso a universidades e institutos federais e estaduais sem custo de matrícula, contribuindo para ampliar o acesso à educação superior pública. As instituições participantes vão dos cursos de licenciatura a bacharelados e tecnologia, cobrindo uma gama ampla de áreas do conhecimento.
Com a divulgação do resultado, os selecionados na chamada regular devem ficar atentos aos prazos e orientações de matrícula definidos por cada instituição. Aqueles que não foram selecionados podem se inscrever na lista de espera, que também é realizada pelo portal do Sisu e segue cronogramas específicos divulgados pelo MEC, permitindo manter a chance de conseguir uma vaga em cursos ainda com vagas remanescentes.
A expectativa entre candidatos e especialistas em educação é que essa edição com maior número de vagas e a flexibilização no uso de notas do Enem possa atender a uma parcela ainda maior da população estudantil, gerando mais inclusão e oportunidades no ensino superior público brasileiro.
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