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Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do Crime”, foi presa novamente na última sexta-feira (30), em Goiânia, suspeita de aplicar golpes pela internet. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil que identificaram diversas vítimas enganadas por falsas promessas de venda de produtos importados.
De acordo com os investigadores, a suspeita utilizava perfis falsos em redes sociais para divulgar ofertas de eletrônicos e outros artigos de alto valor, sempre com preços abaixo do mercado e imagens atrativas. As vítimas realizavam os pagamentos acreditando na veracidade das ofertas, mas não recebiam os produtos adquiridos nem qualquer tipo de reembolso.
Durante a apuração, a polícia constatou que várias pessoas registraram boletins de ocorrência relatando o mesmo tipo de golpe. Os relatos apontam que, após o pagamento, o contato com a suspeita era interrompido ou as vítimas passavam a receber respostas evasivas, sem solução para a entrega dos produtos.
Com base nas denúncias e nas provas reunidas ao longo da investigação, a Polícia Civil solicitou a prisão da suspeita. A medida foi autorizada pelo Judiciário e cumprida durante operação realizada na capital goiana. Bruna foi localizada em Goiânia, onde, segundo a polícia, organizava e executava as fraudes.
Após a prisão, a suspeita foi encaminhada à autoridade policial e deverá responder por crimes de estelionato e fraude eletrônica. As investigações continuam para identificar possíveis cúmplices e dimensionar o prejuízo total causado às vítimas.
A investigada já possui histórico criminal. Conhecida como “Barbie do Crime”, Bruna Cristine Menezes de Castro foi condenada em 2015 por aplicar golpes em mais de 100 pessoas por meio de anúncios falsos de produtos importados nas redes sociais. À época, a sentença determinou prestação de serviços comunitários e o pagamento de multa equivalente a dez salários mínimos.
Durante o julgamento anterior, a acusada confessou os crimes e declarou arrependimento. Mesmo assim, segundo a Polícia Civil, voltou a atuar no mesmo tipo de esquema, agora novamente alvo de investigação e prisão.
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