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Um casal foi morto a tiros dentro de uma residência no bairro Jardim Santa Fé, em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal, após dois homens encapuzados invadirem o imóvel e efetuarem diversos disparos. Além das duas mortes, uma terceira pessoa também foi baleada, sobreviveu ao ataque e foi socorrida para uma unidade de saúde.
As vítimas fatais foram identificadas como Thiago Miranda de Macedo, de 39 anos, e Adriene Alves de Sousa, de 41 anos. Ambos morreram ainda no local antes da chegada do socorro.
O crime aconteceu na noite de segunda-feira (13) e mobilizou equipes da Polícia Militar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Civil.
De acordo com informações apuradas pela TV Anhanguera, a mulher que sobreviveu ao atentado relatou aos policiais que os criminosos chegaram à residência já armados e encapuzados. Segundo o depoimento, eles invadiram o imóvel de forma violenta e começaram a atirar assim que entraram na casa, sem dar oportunidade de reação às vítimas.
A sobrevivente foi atingida durante os disparos e recebeu atendimento do Samu. Em seguida, foi encaminhada a um hospital da região. O estado de saúde dela não foi divulgado.
Como os autores utilizavam capuzes durante a ação criminosa, a testemunha informou que não conseguiu reconhecer nenhum dos suspeitos nem fornecer características físicas que possam auxiliar na identificação.
Após o ataque, os criminosos fugiram do local antes da chegada das equipes policiais.
A Polícia Militar realizou buscas na região logo após o crime, mas até o momento nenhum suspeito foi localizado.
A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o duplo homicídio e trabalha para esclarecer tanto a autoria quanto a motivação da execução.
Segundo a corporação, foram solicitadas perícias médica, criminal e papiloscópica. Os laudos produzidos pelos peritos deverão auxiliar na reconstituição da dinâmica do crime e na identificação de possíveis vestígios deixados pelos autores.
Os investigadores também devem ouvir familiares, testemunhas e pessoas próximas às vítimas para verificar se havia ameaças anteriores, desavenças ou qualquer outro elemento que possa indicar a motivação do ataque.
Até a última atualização do caso, ninguém havia sido preso, e a Polícia Civil informou que as investigações continuam.
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