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Um adolescente de 17 anos sofreu uma queimadura no dedo após o celular que utilizava explodir dentro de casa, em Porangatu, no norte de Goiás. O acidente aconteceu no último sábado (11), enquanto o jovem jogava e conversava pelo viva-voz. Segundo a mãe dele, a dentista Ana Carla Silva Neves, o aparelho começou a apresentar sinais de superaquecimento antes da explosão.
De acordo com o relato da mãe, o adolescente estava com o celular apoiado no colo quando percebeu um cheiro de queimado. Logo em seguida, viu fumaça saindo do aparelho e, rapidamente, o arremessou sobre o sofá. Instantes depois, o celular pegou fogo e explodiu.
A explosão atingiu o sofá da residência, deixando um buraco no estofado e marcas de queimadura no tecido. Ao perceber que o aparelho em chamas poderia provocar um incêndio maior dentro da casa, o adolescente tentou retirar o celular do sofá e acabou queimando um dos dedos da mão.
Apesar do susto, o jovem sofreu apenas uma queimadura leve e não precisou de atendimento hospitalar. A mãe contou que o mais importante foi a rapidez com que o filho percebeu o problema e conseguiu afastar o aparelho do corpo antes da explosão.
Um vídeo gravado pela dentista mostra os danos causados pelo acidente. As imagens revelam o celular completamente destruído pelas chamas e o sofá com o revestimento queimado, além de um buraco provocado pela alta temperatura gerada durante a explosão.
Segundo Ana Carla, o aparelho havia sido comprado novo, lacrado e estava com a família há cerca de dois anos. Ela afirmou que o celular nunca passou por troca de bateria, manutenção ou substituição de peças. Ainda conforme o relato, o equipamento não apresentava sinais de defeito, carregava normalmente, tinha boa autonomia de bateria e não costumava esquentar durante o uso.
A mãe decidiu compartilhar o ocorrido nas redes sociais como forma de alertar outras pessoas sobre os riscos relacionados a falhas em baterias de celulares. Ela destacou que, no momento da explosão, o aparelho não estava conectado ao carregador, o que reforça a importância de ficar atento a qualquer sinal de superaquecimento, fumaça ou cheiro de queimado.
Especialistas orientam que, ao perceber aquecimento excessivo, fumaça ou deformações na bateria de um celular, o usuário interrompa imediatamente o uso do aparelho, afaste-o de materiais inflamáveis e evite manuseá-lo até que seja possível avaliar a situação com segurança.
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