Após anunciar planos para a construção de um novo aterro sanitário, devido ao alto custo mensal de R$ 12 milhões com a destinação de resíduos para aterros privados em cidades vizinhas, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, esteve em Brasília nesta terça-feira (4/2) para conhecer o modelo de limpeza urbana da capital federal.  

Acompanhado do secretário de Infraestrutura, Francisco Lacerda, e do presidente da Comurg, coronel Cleber Aparecido dos Santos, Mabel se reuniu com o diretor-presidente do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU), Luiz Felipe de Cardoso Carvalho. Durante o encontro, Cardoso colocou a estrutura do SLU à disposição para compartilhar experiências e estratégias. Uma nova visita a Brasília deve ocorrer para que a equipe goiana conheça de perto as unidades e o funcionamento do sistema.  

O presidente da Comurg destacou a importância da iniciativa. "Nosso prefeito tem como meta resolver o problema do aterro sanitário, e estamos aqui para buscar conhecimento e aplicar o melhor modelo para Goiânia", afirmou coronel Cleber.  

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Mabel também revelou que recebeu convites de outros gestores para conhecer diferentes modelos de gestão de resíduos em outras cidades. "Estamos em busca das melhores soluções e posso garantir que resolveremos essa questão. Estou acompanhando pessoalmente esse assunto e vamos apresentar uma solução eficiente", declarou.  

Além da preocupação com o destino dos resíduos, o prefeito destacou a necessidade de combater o descarte irregular de lixo, especialmente no enfrentamento à dengue. "A dengue nos preocupa muito. Temos realizado mutirões de limpeza, mas ainda há muito lixo espalhado pelas ruas. Conto com o apoio da população para manter nossa cidade limpa e livre da doença", enfatizou.  

Carvalho reforçou que a eficiência do serviço depende de múltiplos fatores. "É preciso conscientização, mas também aprimorar a coleta, fiscalizar o cumprimento das rotas dos caminhões, ampliar os pontos de descarte e tornar a gestão do aterro mais eficiente. Só com um olhar atento para todos esses pontos o sistema funcionará adequadamente", resumiu o diretor-presidente da SLU do DF.

FONTE/CRÉDITOS: Prefeitura de Goiânia