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Moradores do Condomínio Golden Thermas Residence, em Caldas Novas, invadiram o apartamento do síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, e vandalizaram áreas comuns do prédio na tarde de quarta-feira, 28. A revolta aconteceu poucas horas depois de ele ser preso e confessar ter matado a corretora Daiane Alves de Souza, de 43 anos.
A invasão foi registrada em vídeo e mostra o interior do imóvel completamente revirado. Móveis foram danificados, uma televisão aparece com a tela quebrada e paredes foram pichadas com frases de revolta, incluindo a palavra assassino escrita com tinta vermelha. Espaços compartilhados do condomínio também sofreram depredações, como sofás, janelas e paredes da recepção.
Além de Cléber, o filho dele, Maycon Douglas de Souza Oliveira, de 27 anos, também foi detido. Segundo as investigações, os dois estavam no apartamento quando foram abordados pela Polícia Civil nas primeiras horas da manhã do mesmo dia.
De acordo com informações do inquérito, pai e filho estariam se preparando para deixar a cidade. Os policiais encontraram malas prontas na sala do imóvel, o que levantou a suspeita de tentativa de fuga. A prisão ocorreu no próprio condomínio onde Daiane morava e foi vista pela última vez com vida.
A corretora estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025. Após mais de 40 dias de buscas, o corpo foi localizado, e a investigação apontou que o crime teria ocorrido dentro do condomínio. Conforme a polícia, Cléber confessou o homicídio e a ocultação do cadáver.
Imagens de câmeras de segurança, registros de circulação no prédio e falhas no monitoramento interno são considerados peças importantes para a elucidação do caso. A polícia também apura a possível participação do filho do síndico nos fatos.
A repercussão do crime gerou forte comoção entre moradores e nas redes sociais. A invasão e a depredação do apartamento refletem o clima de revolta no condomínio, embora atos de vandalismo também possam ser investigados separadamente pelas autoridades.
Em nota, a defesa de Cléber informou que ele ainda não foi formalmente ouvido e que está disposto a colaborar com a Polícia Civil para esclarecer os fatos. O caso segue sob investigação.
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