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O corpo da corretora Daiane Alves de Souza foi encontrado na madrugada desta quarta-feira (28) em uma área de mata em Caldas Novas, no sul de Goiás. Ela estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025, quando foi vista pela última vez dentro do condomínio onde morava.
Segundo as investigações, Daiane desceu de elevador até o subsolo do prédio para verificar uma queda de energia no próprio apartamento. Câmeras de segurança registraram a movimentação da corretora pouco antes do desaparecimento. Depois disso, ela não foi mais vista.
O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, foi preso suspeito de envolvimento no crime. O filho dele também foi detido, e um porteiro foi conduzido para prestar depoimento. De acordo com a Polícia Civil, o síndico confessou ter matado Daiane após uma discussão no subsolo do prédio. Ele afirmou que agiu sozinho e que levou o corpo na carroceria de uma picape até uma região de mata, onde o abandonou.
A defesa dos investigados não havia se manifestado até a última atualização do caso.
O desaparecimento da corretora já vinha sendo tratado como suspeito desde o início das apurações. Daiane e o síndico tinham um histórico de desentendimentos. Ela administrava imóveis da família no condomínio e havia registrado diversas denúncias contra ele ao longo dos últimos meses.
Informações da investigação apontam que Daiane acusava o síndico de perseguição e de tentar prejudicar sua rotina profissional. Entre as queixas estavam relatos de cortes frequentes no fornecimento de energia, água, gás e internet nos apartamentos sob responsabilidade dela. Também havia registros de que a corretora se sentia monitorada dentro do prédio.
Ao todo, existiam vários processos e denúncias relacionados aos conflitos entre os dois. O caso passou a ser tratado oficialmente como homicídio no início de janeiro, após o avanço das investigações e a análise das imagens de segurança do condomínio.
Com a localização do corpo e as prisões realizadas, a Polícia Civil agora trabalha para concluir o inquérito, esclarecer a participação de cada envolvido e reunir provas que sustentem a acusação formal do Ministério Público.
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