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Uma mulher identificada como Alessandra Ribeiro Souza Rodrigues foi presa pela Polícia Civil de Goiás suspeita de aplicar um golpe em um salão de beleza no Setor Jardim América, em Goiânia, utilizando falsas identidades para intimidar funcionárias e evitar o pagamento de um procedimento estético.
Segundo as investigações, Alessandra se apresentava como delegada, policial militar e até advogada para impressionar e intimidar as vítimas. O caso aconteceu após ela realizar a colocação de um mega hair, serviço avaliado em R$ 660.
De acordo com a Polícia Civil, ao concluir o procedimento, a mulher não efetuou o pagamento. Durante o atendimento, ela teria mantido um objeto semelhante a uma arma de fogo aparente na cintura e, em determinado momento, chegou a colocá-lo sobre uma cadeira dentro do salão. Ainda conforme a investigação, a suspeita afirmou ser delegada em Brasília e também disse ser integrante da Polícia Militar, comportamento que teria causado medo entre as funcionárias.
Após finalizar o atendimento, Alessandra alegou que iria até sua residência buscar o dinheiro para quitar a dívida. A proprietária do salão e uma testemunha acompanharam a mulher até o endereço informado, mas, ao chegar ao local, o pagamento novamente não foi realizado.
Diante da situação, a Polícia Militar foi acionada. Conforme a ocorrência, a suspeita se recusou a atender os policiais, o que levou o caso a ser encaminhado para investigação da Polícia Civil.
Durante a operação realizada na segunda-feira (6), os policiais cumpriram mandados e prenderam Alessandra. Na residência dela foram apreendidos um telefone celular, um distintivo falso de delegado ligado à área de Direitos Humanos da Bahia e uma pistola de airsoft sem a ponteira vermelha, característica obrigatória para identificar esse tipo de equipamento.
As investigações também apontaram que Alessandra já possuía registro policial por perturbação do sossego no condomínio onde mora. Segundo a Polícia Civil, imagens anexadas ao procedimento mostram a investigada exibindo um objeto semelhante a uma arma de fogo em via pública.
A corporação divulgou o nome e a imagem da suspeita com o objetivo de identificar possíveis novas vítimas que possam ter sido enganadas utilizando o mesmo modo de agir.
Até a publicação da ocorrência, a defesa de Alessandra Ribeiro Souza Rodrigues não havia sido localizada para se manifestar sobre as acusações.
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